A morte de Joaquim Adolfo, terceiro-sargento reformado da Polícia Militar do Distrito Federal, representa o encerramento de uma trajetória que está intimamente ligada à história da corporação em Brasília. O falecimento ocorreu no Hospital Santa Marta, em Taguatinga, e foi confirmado nesta sexta-feira (02/01/2026). O velório será realizado às 15h, na Capela 4 do Campo da Esperança de Taguatinga, seguido do sepultamento às 17h.
Nascido em Frade, no Ceará, em 23 de agosto de 1933, Joaquim se mudou para o Rio de Janeiro ainda na juventude. Em 1953, ingressou na Polícia Militar do Distrito Federal, começando sua carreira como soldado e, ao longo dos anos, progredindo até a patente de cabo. Posteriormente, foi designado para integrar a primeira turma enviada do Rio de Janeiro para a formação da PMDF em Brasília.
Durante seu tempo na corporação, Adolfo serviu no Primeiro Batalhão até 1958, quando foi escolhido para uma missão especial: a proteção do então ministro da Justiça, Abelardo Jurema. Ao longo de sua carreira, também garantiu a segurança de embaixadas de países como Japão, Estados Unidos, Inglaterra e Holanda, adquirindo experiências valiosas em funções-chave.
Um atleta fora do quartel
Além de suas funções operacionais, Joaquim Adolfo se tornou uma figura respeitada entre atletas e corredores da capital, destacando-se no atletismo, mesmo na maturidade. Após sua aposentadoria, manteve uma rotina de atividades esportivas, sendo um exemplo de vitalidade e determinação.



