Weverton Rocha (PDT-MA), vice-líder do governo no Senado, está no centro de uma crise política intensa devido à CPMI do INSS. Após o recesso do Congresso, a comissão deve aprovar requerimentos para convocar Rocha e seus assessores, aprofundando sua situação política já complicada. O senador é alvo da Operação Sem Desconto da Polícia Federal, que o vincula a um esquema de desvio de recursos de aposentados e pensionistas do INSS.
No Maranhão, cerca de 243.840 beneficiários foram prejudicados, muitos dependendo dessa renda mínima para sobreviver, o que acentuou o desgaste da imagem de Rocha. Pesquisas indicam uma queda drástica em sua popularidade, com apenas 9,6% das intenções de voto, colocando-o na quinta posição na corrida pelo Senado.
Sob pressão, a Polícia Federal realizou buscas em sua residência e chegou a solicitar sua prisão, que foi recusada pelo STF. Enquanto isso, o INSS já devolveu R$ 150,25 milhões em descontos indevidos, que afetaram os aposentados no estado. Com adversários como Roberto Rocha ganhando força nas pesquisas, a situação de Weverton se torna ainda mais crítica, levantando dúvidas sobre sua capacidade de recuperação política.



